Lá sentados, com um barbeiro atendendo cada um deles, não se falou nenhuma palavra. Os barbeiros temiam iniciar qualquer conversa, pois poderia descambar em discussão.
Terminaram a barba de seus clientes mais ou menos ao mesmo tempo. O barbeiro que tinha o lisboeta na sua cadeira estendeu o braço para pegar o after-shave , no que foi interrompido rapidamente pelo seu cliente:
- Não obrigado, a minha mulher vai sentir esse cheiro e pensar que eu estava numa casa de putas - disse o lisboeta.
O segundo barbeiro virou-se para o alentejano:
- E o senhor? - indagou.
E o alentejano respondeu:
- Ponha bastante! A minha Matilde não sabe como é o cheiro de uma casa de putas..!
Aqui é para guardar algumas piadas que me mandam. Tenho o disco cheio de merda, estando aqui sempre alivio o baú Outras vezes também me mandam uma pérolas que valem a pena
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Pintinhas azuis nas virilhas
O Manuel, Alentejano de gema que era dono de uma mercearia em Beja, leva a
sua mulher ao ginecologista para saber por que apareceram umas pintinhas
azuis na virilha dela.
Depois de examina-la, o médico chama o Ti Manuel e pergunta:
-O senhor pratica sexo oral com sua mulher regularmente?
-claro, dotori... Ela gosta muito, e se gosta!
-Então nas próximas vezes, lembre-se de tirar a caneta de trás da orelha!
sua mulher ao ginecologista para saber por que apareceram umas pintinhas
azuis na virilha dela.
Depois de examina-la, o médico chama o Ti Manuel e pergunta:
-O senhor pratica sexo oral com sua mulher regularmente?
-claro, dotori... Ela gosta muito, e se gosta!
-Então nas próximas vezes, lembre-se de tirar a caneta de trás da orelha!
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22.3-Pintinhas azuis nas virilhas,
Alentejanos
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Pecados diversos
Um lisboeta, trabalhando no duro, suado, fato e gravata, vê um alentejano deitado numa rede, na maior ... ... ... O lisboeta não resiste e diz: Você sabe que a preguiça é um dos sete pecados capitais? O alentejano, sem se mexer, responde: A inveja também !!!
Alentejanos no ballet
A ti Maria e o ti Manel vão ao São Carlos.
Em palco "O lago dos cisnes".
Ti Maria, muito cansada de um longo dia de trabalho, adormece profundamente.
Acorda num estremeção e pergunta ao marido:
-Dormi, Manel... Sará q'alguém nutô?...
Ti manel muito baixinho:
-Na platêa na sêi... -Mâs as artistas dèrã perisso... há horas que caminhã
na pontinha dos péis p'ra nã t'acordar...
>
Em palco "O lago dos cisnes".
Ti Maria, muito cansada de um longo dia de trabalho, adormece profundamente.
Acorda num estremeção e pergunta ao marido:
-Dormi, Manel... Sará q'alguém nutô?...
Ti manel muito baixinho:
-Na platêa na sêi... -Mâs as artistas dèrã perisso... há horas que caminhã
na pontinha dos péis p'ra nã t'acordar...
>
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02.01-Alentejano no ballet,
Alentejanos
domingo, 30 de novembro de 2008
Funeral alentejano
Um Portuense, de passagem pelo Alentejo, foi surpreendido com a notícia de
> >>que um amigo tinha morrido e seria enterrado naquela tarde.
> >>
> >>Chateado com a situação, a perda de um amigo do peito, procurou saber
> >>onde seria o velório e foi para lá.
> >>
> >>Ao chegar, viu que no caixão estava o morto inteiramente nu e ao lado um
> >>grande pote cheio de creme, no qual cada um dos presentes metia a mão e
> >>após apanhar um pouco, passava sobre o defunto.
> >>
> >> Surpreendido pela cena, coisa inusitada para ele, aproximou-se da mulher
> >> e perguntou:
> >>
> >>- Desculpe-me a ignorância, mas o que lhe estão a fazer, é tradição por
> > aqui?
> >>
> >>A esposa respondeu: - Não! É inédito! Nunca o fizemos. Ele é que pediu
> >>para ser cremado...
--
> >>que um amigo tinha morrido e seria enterrado naquela tarde.
> >>
> >>Chateado com a situação, a perda de um amigo do peito, procurou saber
> >>onde seria o velório e foi para lá.
> >>
> >>Ao chegar, viu que no caixão estava o morto inteiramente nu e ao lado um
> >>grande pote cheio de creme, no qual cada um dos presentes metia a mão e
> >>após apanhar um pouco, passava sobre o defunto.
> >>
> >> Surpreendido pela cena, coisa inusitada para ele, aproximou-se da mulher
> >> e perguntou:
> >>
> >>- Desculpe-me a ignorância, mas o que lhe estão a fazer, é tradição por
> > aqui?
> >>
> >>A esposa respondeu: - Não! É inédito! Nunca o fizemos. Ele é que pediu
> >>para ser cremado...
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
Alargar o preservativo
Numa bela manhã de Primavera, uma morenaça circulava num bruto
automóvel pela planície alentejana.
A certa altura pára, sai do carro e, ao contemplar aquela imensidão
dá-lhe uma vontade tremenda de fazer amor.
Desorientada e excitadíssima, olha em redor e vê um pastor
alentejano, um latagão encostado ao cajado e de boné meio atravessado.
Dirige-se a ele e diz:
- O Sr. desculpe... não faça má ideia de mim... Mas, não gostaria de
fazer amor comigo aqui mesmo?
- Atão na havera de gostari? É pra já!
Ela, dando-lhe um preservativo, diz-lhe:
- Então vá pondo isso, que eu vou só ali ao carro preparar-me.
Quando volta e vê o alentejano a tentar pôr o preservativo pela
cabeça abaixo, lamenta-se em voz alta:
- Olha a minha vida!... Onde é que eu vim cair!!! Ouça lá, isso não é
para meter aí, homenzinho!!! Olha a minha vida!!...
- Na têjas já prái a pensar quê sou burro, eu só tô a alargá-lo, tá beim?!
automóvel pela planície alentejana.
A certa altura pára, sai do carro e, ao contemplar aquela imensidão
dá-lhe uma vontade tremenda de fazer amor.
Desorientada e excitadíssima, olha em redor e vê um pastor
alentejano, um latagão encostado ao cajado e de boné meio atravessado.
Dirige-se a ele e diz:
- O Sr. desculpe... não faça má ideia de mim... Mas, não gostaria de
fazer amor comigo aqui mesmo?
- Atão na havera de gostari? É pra já!
Ela, dando-lhe um preservativo, diz-lhe:
- Então vá pondo isso, que eu vou só ali ao carro preparar-me.
Quando volta e vê o alentejano a tentar pôr o preservativo pela
cabeça abaixo, lamenta-se em voz alta:
- Olha a minha vida!... Onde é que eu vim cair!!! Ouça lá, isso não é
para meter aí, homenzinho!!! Olha a minha vida!!...
- Na têjas já prái a pensar quê sou burro, eu só tô a alargá-lo, tá beim?!
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01.7-Alargar o preservativo,
Alentejanos
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Os bombeiros da Vidigueira
Um fogo deflagrou num Monte Alentejano.
Os bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse o grupo voluntário da Vidigueira.
Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio. Assim foi.
Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha recta para o centro do incêndio!
Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.
Estupefacta a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.
Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira, o dono do monte respirou de alívio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação as chamas.
Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
- "5000 Euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?"
- "Penso o que é óbvio, não é?" - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete...
"A primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porra dos travões do camião!!!"
Os bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse o grupo voluntário da Vidigueira.
Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio. Assim foi.
Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha recta para o centro do incêndio!
Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.
Estupefacta a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.
Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira, o dono do monte respirou de alívio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação as chamas.
Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
- "5000 Euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?"
- "Penso o que é óbvio, não é?" - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete...
"A primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porra dos travões do camião!!!"
domingo, 14 de setembro de 2008
Alentejano perdido
Um Alentejano queria livrar-se dum gato.
>
> Levou-o até uma esquina distante e voltou para a casa.
>
> Quando chegou a casa, o gato já lá estava.
>
>
>
> Levou-o novamente, agora para mais longe.
>
> No regresso encontrou o gato novamente em casa.
>
> Fez isso mais umas três vezes e o gato voltava sempre para casa.
>
>
> Furioso pensou: "Vou lixar este gato!"
>
> Pôs-lhe uma venda nos olhos, amarrou-o dentro de um saco e colocou-o na mala
> do carro.
> Subiu à serra mais distante, entrou e saiu de diversas estradinhas, deu mil
> voltas...........
>
> e acabou por soltar o gato no meio do mato.
>
>
> Passados uns dois dias, o alentejano liga para casa.
>
> - Tá, Maria, o gato já chegou?
>
> - Sim...
>
>
> -Ainda bem, passa-lhe o telefone e deixa-me falar com ele porque eu estou
> perdido...
>
>
> Levou-o até uma esquina distante e voltou para a casa.
>
> Quando chegou a casa, o gato já lá estava.
>
>
>
> Levou-o novamente, agora para mais longe.
>
> No regresso encontrou o gato novamente em casa.
>
> Fez isso mais umas três vezes e o gato voltava sempre para casa.
>
>
> Furioso pensou: "Vou lixar este gato!"
>
> Pôs-lhe uma venda nos olhos, amarrou-o dentro de um saco e colocou-o na mala
> do carro.
> Subiu à serra mais distante, entrou e saiu de diversas estradinhas, deu mil
> voltas...........
>
> e acabou por soltar o gato no meio do mato.
>
>
> Passados uns dois dias, o alentejano liga para casa.
>
> - Tá, Maria, o gato já chegou?
>
> - Sim...
>
>
> -Ainda bem, passa-lhe o telefone e deixa-me falar com ele porque eu estou
> perdido...
>
domingo, 4 de maio de 2008
Politicos e alentejanos
No Alentejo, um autocarro que transportava políticos chocou com uma
árvore.
Pouco depois chegou um jornalista e perguntou a um alentejano que estava
por ali com uma pá na mão:
-O Sr. viu o que se passou?
-Vi sim senhor. O autocarro com os políticos espetou-se no chaparro.
-E onde estão os políticos?
-Enterrei-os.
-Mas, então não estava nenhum vivo?
-Alguns diziam que sim, mas o Sr. sabe como são os políticos...
árvore.
Pouco depois chegou um jornalista e perguntou a um alentejano que estava
por ali com uma pá na mão:
-O Sr. viu o que se passou?
-Vi sim senhor. O autocarro com os políticos espetou-se no chaparro.
-E onde estão os políticos?
-Enterrei-os.
-Mas, então não estava nenhum vivo?
-Alguns diziam que sim, mas o Sr. sabe como são os políticos...
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Trabalhar por amor à causa
Estava o engenheiro Sócrates em campanha pelo Alentejo, quando se depara com um alentejano a descansar. Decide então impingir-lhe a lenga-lenga do seu discurso de campanha. Os dois ficam ali a trocar palavras, até que Sócrates lhe pergunta:
- Se tivesse que trabalhar para o PCP, quando horas por dia faria ?
- Para o PCP ? Nem uma.
O engenheiro todo contente - este ao menos não é comuna, pensava para si.
- E para o CDS-PP, quantas horas faria ?
- Bom, para esses talvez umas 3, 4 horas diárias.
- E para o PSD ?
- Ah, para esses já trabalhava umas 8, vá lá, 10 horas.
- E aqui para o meu PS ?
- Oh engenheiro, trabalharia as horas que fossem necessárias. 24 sem parar.
Sócrates ficou impressionado pela dedicação que o homem mostrava.
- Assim é que é, compadre. Esforço e empenho é o que precisamos. Diga-me já agora, qual é mesmo a sua profissão ?
- Sou coveiro.
- Se tivesse que trabalhar para o PCP, quando horas por dia faria ?
- Para o PCP ? Nem uma.
O engenheiro todo contente - este ao menos não é comuna, pensava para si.
- E para o CDS-PP, quantas horas faria ?
- Bom, para esses talvez umas 3, 4 horas diárias.
- E para o PSD ?
- Ah, para esses já trabalhava umas 8, vá lá, 10 horas.
- E aqui para o meu PS ?
- Oh engenheiro, trabalharia as horas que fossem necessárias. 24 sem parar.
Sócrates ficou impressionado pela dedicação que o homem mostrava.
- Assim é que é, compadre. Esforço e empenho é o que precisamos. Diga-me já agora, qual é mesmo a sua profissão ?
- Sou coveiro.
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