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domingo, 22 de novembro de 2009

Estudante de direito

Um professor da Faculdade de Direito de Lisboa perguntou a um dos seus alunos:

- Laurentino, se você quiser dar uma laranja a uma pessoa chamada Sebastião, o que deverá dizer? O estudante respondeu:

- Aqui está, Sebastião, uma laranja para si.

O professor gritou, furioso:

- Não! Não! Pense como um Profissional de Direito!

O estudante pensou um pouco e então respondeu:

- Está bem, eu refaço o que diria: Eu, Laurentino Marcos Rosa Sentado, Advogado, por meio desta dou e concedo a você, Sebastião Lingrinhas, BI 6543254, NIF 50829092, morador na Rua do Alecrim, 32, A, do concelho de Vila Nova de Gaia, casado, com dois filhos e um enteado, e somente a você, a propriedade plena e exclusiva, inclusive benefícios futuros, direitos, reivindicações e outros títulos, obrigações e vantagens no que concerne à fruta denominada laranja, juntamente com sua casca, sumo, polpa e sementes transferindo-lhe todos os direitos e vantagens necessários para espremer, morder, cortar, congelar, triturar ou descascar com a utilização de quaisquer objectos ou de outra forma comer, tomar ou ingerir a referida laranja, ou cedê-la com ou sem casca, sumo, polpa ou sementes, e qualquer decisão contrária, passada ou futura, em qualquer petição, ou petições, ou em instrumentos de qualquer outra natureza ou tipo, fiscal ou comercial, fica assim sem nenhum efeito no mundo cítrico e jurídico, valendo este acto entre as partes, seus herdeiros e sucessores, com carácter irrevogável, declarando Sebastião Lingrinhas que o aceita em todos os seus termos e condições conhecendo perfeitamente o sabor da laranja, não se aplicando, neste caso, o disposto no Código do Consumidor, cláusula 28, alínea b, com a modificação dada pelo DL 342/08 de 1979.

E o professor então comenta:

- MELHOROU BASTANTE, MAS NÃO SEJA TÃO SUCINTO.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Honorário de advogado

Amit era um alto funcionário da corte do Rei Akbar.

Há muito tempo que nutria um desejo incontrolável de chupar os voluptuosos seios da Rainha até se fartar. Todas as vezes que tentou, deu-se mal.

Um dia revelou este desejo a Birbal, o principal advogado da região, e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo.

Birbal, depois de muito pensar - isto é, estudar o assunto - concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro. Amit aceitou o acordo que, todavia, não foi formalizado por escrito.

No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou-o no soutien da Rainha, enquanto esta tomava banho. Logo a comichão começou e aumentou de intensidade, deixando o Rei preocupado e a Rainha desesperada.

A corte fazia consultas a médicos, quando Birbal disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal.

Birbal também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Amit.

O Rei Akbar ficou muito feliz e então chamou Amit que, pelas quatro horas seguintes, se fartou de gozar, chupando à vontade as suculentas e deliciosas mamas da Rainha. Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez finalmente o que sempre desejou.

Satisfeito, encontrou-se no dia seguinte com o advogado Birbal. Com o seu desejo plenamente realizado e a sua libido satisfeita, Amit recusou-se a pagar ao advogado.

Amit sabia que, naturalmente, Birbal nunca poderia contar o facto ao Rei. Mas Amit subestimou o advogado.

No dia seguinte, Birbal colocou o mesmo líquido nas cuecas do Rei.

O Rei mandou chamar Amit...

Nota: Nunca, mas nunca mesmo, deixe de pagar ao seu advogado...

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Advogados

1
Pergunta: Qual a diferença entre um bom advogado e um óptimo advogado?
Resposta: O bom advogado conhece a lei; o óptimo advogado conhece o juiz.

2
Pergunta: Como é que em Bragança as pessoas sabem que está frio?
Resposta: Quando vêem os advogados com as mãos nos próprios bolsos.

3
No escritório do advogado:
O cliente: Dr, quanto é que você cobra por três perguntas?
O advogado: três mil euros.
O cliente: Eh lá! Isso é um bocado caro, não acha?
O advogado: Não, não acho. Qual é a terceira pergunta?

4
No escritório, à hora do lanche, o advogado para o colega:
- Vamos tomar qualquer coisa?
- Vamos! De quem?